19 de jun. de 2013

Saiba por que é importante conhecer o conta-giros do carro

O painel de instrumentos dos carros mostra diversos itens. Um deles pode ajudar o motorista a saber se ele dirige seu veículo da maneira correta, o conta-giros. Por ele, por exemplo, é possível saber se o consumo está além do necessário ou se a aceleração está correta.

O diretor do Sindirepa, o Sindicato dos Mecânicos de São Paulo, Antônio Gaspar de Oliveira, explica que o conta-giros mostra em tempo real qual a velocidade de rotação do motor, as Rotações por Minuto (RPM). “Todo veículo têm uma condição ideal para trabalhar, seja em marcha lenta, em velocidades médias ou altas”, comenta Oliveira. Qualquer desvio é mostrado no conta-giros, que costuma ter as cores verde, amarelo e vermelho.

O verde significa que está tudo ok, e que a rotação usada naquele momento é a correta. O amarelo já está fora do ideal, e o vermelho indica que algo está errado. É bom observar que nem todos os carros possuem esse instrumento, e em alguns casos eles não são coloridos. “Se o motor trabalhar em uma faixa fora, acima ou abaixo, pode estar consumindo mais combustível, ou o motorista está conduzindo de forma não adequada o veículo”, diz. Quando o conta-giros atinge a marca vermelha, significa que a forma de conduzir está completamente errada e o motor começa a cortar a aceleração para não ser danificado ou fundir.

As faixas de rotação ideal dependem de cada veículo. Para saber quais as ideais para o seu carro, basta olhar o manual do proprietário. “Ele orienta em qual velocidade devem ser feitas as trocas de marcha”, lembra. De acordo com Oliveira, a maioria dos motores tem na faixa entre 4 mil e 5 mil rotações o ideal para o seu funcionamento.

Diferentemente do que muitos pensam, não é apenas em velocidades altas que se gasta mais combustível ou se força o motor. O conta-giros pode estar no amarelo ou no vermelho mesmo se a velocidade e estiver baixa, caso a marcha esteja errada. “A gente vê muitos veículos na quinta marcha, a 40 km/h. Isso é totalmente errado”, comenta.

Mas o contrário também vale, pois caso se acelere demais em marchas mais baixas, pode-se forçar o motor da mesma forma. “Quando você ouve aqueles estouros em motos, significa que o motor está cortando para não estourar”. Mas uma coisa que não se pode confiar, segundo Oliveira, é no ouvido. Como muitos veículos não emitem sons, ou os abafam o máximo que podem, nem sempre se tem como saber se o motor está pedindo para que se troque as marchas. Por isso, ele volta a insistir na leitura do manual. “O carro é um equipamento, e como qualquer equipamento, você tem que saber a melhor forma de usá-lo”, lembra.

 

17 de jun. de 2013

MASERATI REALIZA RECALL DO QUATTROPORTE E GRANTURISMO NO BRASIL

Nem marcas de luxo escapam às campanhas de recall. A Maserati anunciou por meio de seu importador oficial no Brasil, a Via Itália Comercio, que convocará todos os proprietários dos veículos Quattroporte e GranTurismo, com número de chassis entre Nº 13.191 e Nº 41.968, fabricados de 2004 a 2008, para uma inspeção e a eventual substituição das barras de convergência traseiras do carros.

Segundo a nota divulgada à imprensa, a  ação é necessária para verificar os componentes em questão, que podem apresentar defeitos e causar a perda de controle do veículo e riscos de colisão. De acordo com a assessoria de imprensa da Via Itaia, vão passar pelo recall  76 unidades do Quattrporte e  21 do GranTurismo, totalizando 97 unidades.

Todos os proprietários devem entrar em contato com o Serviço de Assistência Técnica Autorizada, localizado na Rua Major Paladino, 128, na Vila Leopoldina, em São Paulo. Para mais informações, há o telefone 11 3079-0377 e o email consultor@viaitallia.com.br.

 

CHEVROLET SONIC RS RALLY FARÁ PARTE DO FILME TRANSFORMERS 4

sonic_rs_rallyDiretor da franquia divulgou cinco carros e dois caminhões que farão parte do longa, mas não especificou quais serão dos mocinhos e quais serão dos vilões

Chevrolet Sonic RS Rally é o sétimo carro do filme Transformers 4 divulgado pelo diretor Michael Bay nas redes sociais. O Sonic contracenará com modelos como Chevrolet Camaro SS 1967, Lamborghini Aventador e o atual carro mais veloz do mundo, o Bugatti Veyron.
Como o longa tem estreia prevista no Brasil somente para 11 de julho de 2014, Bay tem divulgado um carro por vez pelas redes sociais para aumentar a expectativa pelo quarto filme da franquia. O que se sabe até agora é que o trator herói da trama, Optimus Prime, será reformulado pela Western Star Trucks, preparadora da Carolina do Sul (EUA).

Transformers 4 mostra a reconstrução da humanidade quatro anos depois da destruição promovida no filme anterior. No entanto, uma nova ameaça Transformer vai ameaçar a humanidade novamente. O longa será o primeiro de uma nova trilogia e será protagonizado por Mark Wahlbergh (que atuou em “Planeta dos Macacos” e “O Vencedor”).
O longa será gravado ainda este mês em Michigan e Chicago (EUA) e partirá para a China em outubro. O objetivo do diretor Michael Bay é recrutar atores asiáticos para que o filme possa ser exibido em um maior número de cinemas chineses. Para isso, será realizado um reality show batizado de “Transformers 4 Chinese Actor Talent Search” para recrutar ao menos quatro pessoas.



VERSÃO A GASOLINA DO KIA MOHAVE NÃO SERÁ MAIS VENDIDA NO BRASIL

1_2SUV só será comercializado com motor a diesel, porque procura do consumidor é maior

A Kia comunicou que não venderá mais, no Brasil, o modelo Mohave na versão a gasolina. O último lote chegou ao país no fim de março e abasteceu as lojas durante os últimos dois meses. Desde o início de junho, os estoques já estão esgotados e nenhuma encomenda será aceita.
De acordo com a marca, a decisão foi tomada a partir do desempenho das vendas: 70% das unidades comercializadas aqui eram a diesel, de motor 3.0, que produz 256 cavalos. Com transmissão automática de oito velocidades, o carro com essa configuração é vendido por R$ 199.900.
Por mais que, no site da Kia, ainda conste o preço da versão a gasolina (R$ 169.900), o diretor de vendas Ary Ribeiro garante que não há qualquer possibilidade de ela voltar ao mercado brasileiro.


DIVULGADO PRIMEIRO TRAILER DO FILME DE NEED FOR SPEED

 

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Aclamado no mundo dos games, a franquia "Need for Speed" ganhará uma versão para as telonas. O longa, que está sendo rodado em Atlanta, nos Estados Unidos, teve seu primeiro vídeo de divulgação divulgado nesta semana.

É uma espécie de trailer teaser, mas que já dá uma boa mostra do que podemos esperar do  filme. Como o próprio diretor do filme, Scott Waugh, cravou, a produção incorporará "o que os fãs dos filmes de corrida adoram: carros poderosos, corridas de rua perigosas e manobras alucinantes".

Entre as estrelas motorizadas estão máquinas como um Ford Mustang preparado especialmente para o filme, além dos poderosos Lamborghini Sesto Elemento, Bugatti Veyron e até um novíssimo McLaren P1.

A estreia está prevista para março de 2014. Alguém dúvida que esse filme vai ser demais?

Assista ao trailer (em inglês):

9 de jun. de 2013

Teste Honda CRF 250 L

 

Desde 1979 esse tipo de moto – trail – está presente no mercado brasileiro. A primeira foi a Yamaha TT 125. Fez tanto sucesso que a Honda logo providenciou um lançamento nessa categoria também, a XL 250R.  Dai não pararam mais de produzir motos para todo terreno, até porque esse tipo de moto tem tudo a ver com o nosso país. Mesmo nas vias pavimentadas as características de uma trail são bem vindas por causa da qualidade quase sempre precária das nossas vias.

A CRF250 L vem para ocupar o espaço deixado pela Tornado, quando saiu de linha

A CRF250 L vem para ocupar o espaço deixado pela Tornado, quando saiu de linha

Nos últimos anos houve uma mudança de conceito nesse tipo de moto que deixou alguns aficionados pelo off-road um tanto desapontados, quase sem opção. As motos ganharam uma vocação mais aventureira, proporcionando mais conforto e por isso também mais peso.

A partir da Falcon que veio com para lama dianteiro baixo, a Honda seguiu uma política de marketing que culminou com a retirada de linha da Tornado, dando lugar à XRE 300. Fato que  acabou por deixar o “trilheiro” de fim de semana sem opção. Ele tinha que ir em direção às motos especiais, começando pela CRF 230.

A Honda CRF250 L veio atender aos que ficaram abandonados pela Tornado

A Honda CRF250 L veio atender aos que ficaram abandonados pela Tornado

Então, partir de 2009 com a chegada da XRE 300 a Honda não mais tinha no seu line up uma moto “on-off-road” que pudesse substituir a Tornado. Uma moto para uso misto que com poucas modificações podia se tornar uma moto ” off” com qualidades compatíveis com as motos dedicadas exclusivamente às trilhas ou motocross. Essa que sempre foi a proposta das “trail bikes”.

A CRF 250L conta com pneus "biscoito", mais off do que on, que permitem uso no asfalto, mas são feitos para a terra

A CRF 250L conta com pneus "biscoito", mais off do que on, que permitem uso no asfalto, mas são feitos para a terra

Apenas a Yamaha XT 250 Lander permanecia como opção nessa categoria. Poucas XRE 300 foram adaptadas, porque muitas mudanças eram necessárias e dificilmente chegaram a um ponto razoável de adequação às trilhas, que dirá ao motocross. Daí a promessa da Honda, divulgada no ano passado, de trazer a CRF 250 L. Uma autêntica “trail bike” com toda tecnologia atual, como bengalas invertidas, motor 4 tempos arrefecido a líquido e a ergonomia das autênticas “trail bikes”.

O visual é o próprio das motos especiais de competição da marca. Vermelho e branco destacam como as cores das CRF da HRC (Honda Racing Co). Não poderia identificar mais com a esportividade da marca. O farol lembra as Bros e a traseira fina e alta identifica mais ainda com as motos totalmente “off” da Honda.

Moto leve e de fácil manejo - Andar nela é diversão garantida

Moto leve e de fácil manejo - Andar nela é diversão pura

Posição do piloto permite fácil deslocamento do corpo para pilotagem "off"

Posição do piloto permite fácil deslocamento do corpo para pilotagem "off"

Esguia, permite bons movimentos do piloto para colocá-la sempre na atitude desejada. Movimentos para frente e para trás são fáceis por causa do banco bem desenhado para off-road. Posição das pedaleiras e controles se ajustam perfeitamente ao piloto e a boa altura do guidão permite ficar em pé e ainda facilita os movimentos para os lados.

Das motos de competição ela herdou mais do que o visual. A suspensão invertida na dianteira e o braço duplo em alumínio fundido em alta pressão na traseira. Também conta com conexões (links) na suspensão traseira que permitem maior progressividade na ação do amortecedor.

O motor é um mono cilindro, quatro tempos com arrefecimento líquido de 250 cc. O sistema de acionamento de válvulas tem duplo comando e balancins especiais roletados que diminuem o atrito e ainda aumentam a rapidez dos movimentos das válvulas sem necessitar de rampas radicais nos comandos.

O sistema de acionamento das válvulas tem duplo comando e balancins roletados

O sistema de acionamento das válvulas tem duplo comando e balancins roletados

Resultado bastante bom, notadamente na eficiência no uso do combustível. Apenas 7,7 litros no tanque de gasolina proporcionam quase 200 km.

Fluxo reto na admissão proporciona boa eficiência no uso do combustível

Fluxo reto na admissão proporciona boa eficiência no uso do combustível

É pouca autonomia, mas para o tipo de moto que dificilmente percorre mais que isso num dia na trilha, até que está bom. O consumo médio na moto avaliada ficou em torno dos 27 km/l, o que pode ser considerado bom para a categoria. Mas em termos de performance fica devendo. Um pouco mais de potência não seria ruim, sobretudo para um motor com tanta tecnologia.

Na verdade a CRF250 L anda bem e se compararmos com outras motos de mesma cilindrada ela fica dentro do esperado. Na cidade tem aceleração para andar rápido, junto ao trânsito complicado das grandes cidades. Tem saúde suficiente para uma estrada ou mesmo viagens, desde que respeitadas as suas limitações.

A embreagem é leve e o câmbio de seis marchas oferece trocas rápidas e apenas no início do teste se mostrou um pouco duro. Para uso “off” aceita bem a troca sem embreagem e nas estradas a sexta marcha dá um impulso a mais na velocidade de cruzeiro.

Painel simples e completo para uma trail

Painel simples e completo para uma trail

Velocidade em torno dos 110 km/h (real, o velocímetro tem 5% de erro) ela mantém, com alguma reserva para rápidas incursões em ultrapassagens, por exemplo. Mas é só. Pela posição de pilotagem mais relaxada, acima de 100 km/h ela já apresenta algum balanço na frente – típico da frente leve e pneus off – e o efeito do vento no piloto começa a incomodar. Quando se adota a “posição de ataque” (sentado bem à frente, braços flexionados e o tronco mais abaixado) esse efeito fica controlado.

Pneus para uso misto combina boas características na terra e compatibilidade no asfalto

Pneus para uso misto combinam boas características na terra e mantém a compatibilidade no asfalto

Os pneus IRC tem características melhores para terra, mas são homologados para uso nas ruas também (DOT). No asfalto, eles continuam com aderência parecida com a da terra e portanto varia bastante com as condições do piso. Quem usa moto na terra com frequência, sabe que a pilotagem tem que se adaptar às pequenas diferenças de tração, que podem provocar grandes alterações no comportamento da moto. No asfalto, a leitura do terreno continua a ser tão importante quanto na terra. Os pneus mudam de comportamento conforme a condição do piso. Na verdade, são bem compatíveis com a proposta da moto.

A geometria é clássica para uma trail: Um bom ângulo de rake e a própria medida do trail generosa também. 27,6 graus e 113 mm respectivamente. Isso aplicado na medida entre eixos de 1.445mm, relativamente curta, resulta em uma moto de respostas lentas para superação de obstáculos com facilidade e ainda suficiente agilidade, por causa da boa distribuição de peso no conjunto e do entre eixos. Uma solução interessante para iniciantes no off-road porque proporciona pilotagem fácil e ainda permite tocadas agressivas sem provocar cansaço. Uma moto totalmente “racing” teria dirigibilidade mais sensível (rápida), mas bem mais difícil de pilotar e com certeza mais cansativa também.

Moto de trilha é assim: esguia, leve, geometria conservadora e suspensão de curso longo

Moto de trilha é assim: esguia, leve, geometria conservadora e suspensão de curso longo

A geometria combina com a suspensão invertida na dianteira pois é necessária uma boa estruturação no uso nas trilhas. E o resultado é bem interessante pois não se percebe flexões e a dirigibilidade é bem consistente. Atrás, do jeito que a moto veio a suspensão se mostrou um pouco mole, indicando um “sag” um pouco excessivo, principalmente no fim do teste. Pequeno aumento na pré carga da mola já seria suficiente para os 80 kg de um piloto (considerado padrão). Para pessoas mais pesadas um ajuste maior será necessário e abaixo de 65 kg o “sag” se mostra mais adequado.

O chassi é em aço tubular, com estrutura que lembra as motos de competição da marca. Berço semi-duplo com duas barras perifericas e sub-chasi destacável para fácil manutenção

O chassi é em aço tubular, mas tem uma estrutura que lembra o das motos de competição da marca, em alumínio. Berço semi-duplo com duas barras perifericas e sub-chasi destacável para fácil manutenção

Fora a sensibilidade  da pré carga da mola traseira a suspensão se mostrou muito boa. Ótima calibração do amortecimento tanto na dianteira quanto na traseira para uso nas cidades esburacadas e para uma tocada regular no off-road. Desejáveis seriam mais ajustes no sistema hidráulico das suspensões para melhor adequar às condições de uso, já que se trata de uma moto de característica de uso versátil.

Filtro de elemento viscoso deve ser substituido quando ficar sujo. Deveria ser lavável

Filtro de elemento viscoso deve ser substituido quando ficar sujo. Numa moto trail deveria ser lavável

Os freios de uma moto trail devem ter prioridade na modulação. Como a tração dos pneus varia muito, a potência de frenagem tem que variar também, de acordo com a situação. Piloto experiente prefere freios potentes para que possa acioná-los totalmente quando possível. Ele vai controlar a força de frenagem até o limite que o atrito do pneu com o solo permita. E no uso no asfalto, mais potência é desejável para dar conta do recado.

Com os pneus da CRF 250 L originais a condução no asfalto é como na terra, no que diz respeito à modulação, conforme se encontra tração no piso. Em resumo, os dois freios a disco possuem boas qualidades e o perfil “wave”  é adequado a condições de barro e a pinça de dois pistões na dianteira contra a de pistão simples na traseira resolvem bem o problema.

A Honda CRF 250 L é uma moto que para sua proposta on-off road atende as expectativas de um usuário que gosta de andar na terra e também usa para trabalho ou passeio nas ruas. Um detalhe deve ser destacado: o banco estreito e a quase improvisada pedaleira do garupa deixam claro para o piloto que ele deve andar sozinho.

Caixa para ferramentas tem espaço extra para carteira

Caixa para ferramentas tem espaço extra para carteira - pedaleira para o garupa agrega pouco peso mas compromete o conforto

Parece que a Honda colocou a pedaleira apenas porque ela foi homologada assim e no documento está escrito que a CRF 250L é para dois passageiros. Mas não é.
De fato, com pequenas modificações como um escapamento, protetores de mão, pneus especiais e uma recalibração da suspensão ela pode até chegar a ser competitiva em enduros. Mas seu forte sempre será a versatilidade do uso alternativo terra-asfalto.

O problema é que por R$20.160,00 (tabela Fipe em 31/05/2013) a Honda CRF 250L está muito além do que deveria custar uma moto 250 trail, apesar da tecnologia que ela oferece. A CRF 250L sofre do mesmo mal que a CBR 250R: ela é importada da Tailândia e seu custo impede que a Honda as coloque em preço competitivo no mercado. Há uma tentativa da Honda de vender uma determinada quantidade destas motos (800 a 1000 unidades por mês) para convencer a matriz japonesa a trazer para Manaus (AM) a montagem desta moto. Mas enquanto isso não acontece, o consumidor sonha em ter uma boa moto, mas o preço não facilita as coisas.

Aí vem a pergunta: vende pouco porque o preço é alto ou o preço é alto porque vende pouco?

Até algum abuso ela suporta na terra, com facilidade

Até algum abuso ela suporta na terra, com facilidade

Posição do piloto, distribuição de peso e suspensão mostrando seus efeitos

Posição do piloto, distribuição de peso e suspensão mostrando seus efeitos

7 de jun. de 2013

Toyota mostra nova versão do Corolla

A Toyota mostrou nesta sexta-feira, nos Estados Unidos, a nova versão do sedã Corolla - a décima primeira do modelo. O carro ganhou alterações de design - antecipadas com o conceito Furia, levado ao salão do automóvel de Detroit deste ano - e ficou mais comprido (99 mm) e largo.

A frente ganhou traços parecidos com os já aplicados em outros dois sedãs maiores da Toyota, o Camry e o Avavalon.

Nos Estados Unidos, o carro será vendido em quatro versões (L, LE, S e LE Eco) e com duas opções de motor 1.8 l de 16 válvulas, capaz de gerar até 140 cavalos de potência. As versões americanas contam com transmissão automática de quatro marchas ou manual de seis velocidades.

A fabricante não anunciou preços nem quando o carro será lançado no Brasil.

“Terra”