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29 de ago. de 2014

Swift volta ao Brasil

Hot hatch da Suzuki chega em versão apimentada de 142 cv. Preços partem de R$ 74.990



Está chegando às concessionárias da Suzuki em setembro o novo Swift. O hot hatch será vendido em duas versões, Sport e Sport R, com preços de R$ 74.990 e R$ 81.990, respectivamente. 
Diferentemente do modelo vendido durante os anos 1990 por aqui, com motor 1.0 e apelo de massa, o Swift retorna ao Brasil para disputar o consumidor do restrito segmento dos "carros de imagem". Para Luiz Rosenfeld, presidente da Suzuki no Brasil, a novidade "vai construir uma nova identidade" para a marca por aqui, afastando um pouco o espírito aventureiro corroborado pelo jipe Jimny. 
A missão do Swift, contudo, não será fácil. Na categoria em que se insere, somente o MINI Cooper pode se envaidecer com sua participação no mercado. De acordo com dados da Jato Dynamics, empresa especializada em análise do mercado automotivo e parceira da CARRO/CARRO ONLINE, o hatch inglês soma 997 unidades vendidas de janeiro a julho deste ano. Isolando o sétimo mês do anos foram apenas 167 emplacadas do MINI. Os outros dois concorrentes diretos do Swift, Audi A1 e Citroën DS3 tiveram 288 e 264 unidades comercializadas no primeiro semestre de 2014, respectivamente (em julho, foram 42 unidades do alemão e dez do francês). 
Segundo Rosenfeld, a Suzuki planeja vender 1.000 unidades do Swift por ano, importando entre 100 e 120 unidades por mês. A estratégia é a de trazer novos consumidores ao segmento, em vez de abocanhar da concorrência. Para isso, a marca aposta na confiabilidade mecânica japonesa e, especialmente, na versatilidade do hot hatch. "O usuário pode tirar proveito de toda a esportividade dele sem abrir mão do conforto no dia a dia", salientou o presidente da marca. 
Além disso, a interessante lista de equipamentos de série é outro atrativo do Swift. Na versão de entrada, a Sport, o hot hatch já vem equipado com seis airbags, freios ABS com EBD, controles de estabilidade e tração, faróis bixenônio adaptativos, direção elétrica, ar-condicionado automático, piloto automático e sistema de som com bluetooth. A versão Sport R, criada exclusivamente para o Brasil, se diferencia pelas rodas aro 17'', sensor de estacionamento traseiro, dois tons de pintura na carroceria e central multimídia com navegador. 
VISUAL SÓBRIO
Ainda que um dos principais argumentos para promover o Swift seja o desempenho do motor 1.6 de 142 cv (que resulta na elogiável relação de peso-potência de 7,5 kg/cv), o estilo do compacto é mais simpático do que esportivo ao olhar. Mesmo contando com uma grade frontal avantajada, duas saídas de escapamento atrás e rodas de 17'' na versão Sport R (na Sport, são de 16''), as linhas arredondadas da carroceria acabam suavizando o apelo arrojado do hatch. 
Por dentro, o acabamento segue o mesmo padrão simplista do que se vê externamente. Com uma aparência muito simples para um carro de sua categoria no Brasil, o material utilizado na cabine não transmite a sensação de qualidade que se espera em um modelo com o preço do Swift Sport. Além de rebarbas em alguns encaixes, a espuma dos para-sóis passa longe da sofisticação e também é possível ver alguns fios atrás do porta-luvas. 
A vida a bordo no banco traseiro do Swift é limitada. Apenas dois adultos se acomodam com conforto ali, e transportar três pessoas é um exagero, independentemente da altura dos ocupantes. O Swift Sport, na realidade, parece ter sido feito para dois, já que até o seu porta-malas é pequeno, com capacidade para apenas 210 litros (duas mochilas já ocupam quase todo o espaço). 
CONQUISTA PELA EMOÇÃO
Mas, se o Swift não impressiona pela falta de capricho no acabamento, em compensação, ao volante ele mostra predicados que podem ajudá-lo a conquistar proprietários. Já pelo banco o motorista percebe a vocação esportiva do carro, uma vez que ele “abraça” bem o corpo, garantindo apoio nas curvas. A alavanca do câmbio manual de 6 marchas também está bem próxima ao motorista, proporcionando agilidade nas trocas. Os pedais são de metal e estão bem localizados, próximos um do outro, o que também facilita a condução esportiva.
Para descobrir do que o Swift Sport é capaz, ainda pudemos avaliar o hot hatch no autódromo Vello Città, no interior paulista. Na moderna pista (homologada pela FIA), foi possível explorar os limites do carro. E o Swift não desapontou. Com respostas ágeis, o motor 1.6 se mostrou bastante vigoroso e elástico, apesar de os 17 mkgf de torque surgirem tarde, a 4.400 rpm, e os 142 cv somente a elevadas 6.900 rpm. Mesmo nas saídas de curva em aclives, com o motor girando a 3.500 rpm, não foi preciso reduzir para retomar velocidade. Quando o câmbio foi exigido, os engates se mostraram sempre precisos, facilitando a condução mais rápida.
A Suzuki não divulgou os números oficiais de desempenho do Swift, mas em uma conversa informal, o presidente Luiz Rosenfeld disse que o hatch acelera de 0 a 100 km/h em 7s5, aproximadamente. A velocidade máxima atingida no circuito foi pouco superior a 160 km/h, em 4ª marcha, mas é preciso lembrar que a pista não possui uma reta uma reta longa o bastante para o carro alcançar a velocidade final.
Ainda mais elogiável do que o desempenho do motor é a dirigibilidade do veículo. O carro se mostrou muito estável e preparado para reações rápidas sem comprometer a condução. Especialmente quando equipado com as rodas de 17’’ e pneus mais largos, o comportamento do compacto é merecedor de aplausos. E quando foi preciso, os controles de estabilidade e tração atuaram de modo exemplar. Não é à toa que o modelo pode ser alugado para ser pilotado no famoso circuito de Nürburgring, na Alemanha, pelas empresas que administram o autódromo. 
Se depender apenas da emoção, o Suzuki Swift Sport tem totais condições de conquistar seu espaço entre os concorrentes. Ainda mais se for a versão R. O obstáculo pode ser o preço. 
FICHA TÉCNICA
Motor dianteiro, transversal, DOHC, VVT, 16 válvulas, gasolina; Cilindrada 1.586 cm³; Potência 142 cv a 6.900 rpm; Torque 17 mkgf a 4.400 rpm; Câmbio manual, 6 marchas; Tração dianteira; Suspensãodianteira tipo McPherson, traseira eixo de torção; Pneus 205/45/R17 (Sport R); Carroceria hatch;Dimensões (comp./larg./alt./entre-eixos) 3,89 m/1,69 m/1,51 m/2,43 m; Peso 1.065 kg

3 de mar. de 2014

Chak apresenta moto segura. Molot!

A marca russa Chak apresentou seu lançamento para 2015: amoto Molot. Uma superbike de 1000 cc construída com base na Honda CBR 1000 RR Fireblade. Até aí, nada de mais, não é? Mas o diferencial desta moto é a segurança.


Sim, a Molot possui um sistema que a torna mais segura, uma vez que o veículo é capaz de identificar a iminência de um impacto e acionar os freios. Sozinha.

O sistema é semelhante com o de alguns carros, que funciona com uma espécie de radar que identifica quando há algum obstáculo na frente da moto. Com a aproximação perigosa de algo, primeiro o sistema emite um aviso no painel e, após isso, se a colisão estiver próxima, os freios são acionados.

Para que não exista o risco do motociclista cair em uma situação de frenagem emergencial, os freios usam do sistema ABS, que não “travam” e permitem manter o equilíbrio.
Mas como não são apenas as colisões que podem oferecer riscos aos pilotos, a motocicleta da Chak também tem um sistema para evitar quedas durante curvas, avaliando a inclinação  e cortando a aceleração, caso seja necessário.
Toda esta tecnologia é aplicada em uma moto que é feita a mão, como faz questão de ressaltar a marca em seu site.

Confira vídeo da Molot, a moto segura da Chak!



17 de fev. de 2014

Hyundai lança HB20 Copa do Mundo a partir de R$ 41 mil



O Hyundai HB20 ganha sua primeira edição limitada no próximo mês. Com a assinatura Copa do Mundo Fifa, as versões hatch e sedã da série especial estarão disponíveis nas concessionárias a partir da segunda quinzena de março, com preços que variam entre R$ 41.465 (HB20 1.0) e R$ 53.110 (HB20S 1.6 AT).
Entre os diferenciais externos estão rodas de liga leve diamantadas de 15 polegadas, faróis escurecidos, faróis de neblina, acabamento preto na moldura das portas, além de maçanetas cromadas e emblemas da série. No interior, o acabamento dos bancos é em couro perfurado com costura vermelha e emblema da Copa bordado - os tapetes de carpete também são customizados e levam o logo oficial do evento. 

Pela primeira vez, a Hyundai inclui no modelo a central multimídia blueMediaTV, com uma tela de 7 polegadas sensível ao toque e funções como TV digital, reprodutor de fotos e vídeos, Bluetooth com streaming de áudio e acesso à agenda e histórico de chamadas, conexões USB e auxiliar, rádio AM e FM, reprodutor de arquivos MP3 e comandos no volante. O equipamento ainda não é oferecido fora da versão Copa do Mundo.
Todos os compradores da série limitada ganharão um kit com mochila personalizada e a Brazuca, bola oficial da Copa. Em comemoração ao evento esportivo, a montadora ainda oferecerá seis anos de garantia para todos os automóveis comercializados entre 1º de janeiro e 13 de julho deste ano, mas somente se a Seleção Brasileira for a campeã do mundo.

12 de fev. de 2014

JAC mostra novo SUV que será concorrente do Ecosport

Carro será lançado durante o Salão do Automóvel, em São Paulo






A JAC mostrou na terça-feira, em São Paulo, o novo SUV T6, que será rival do Ford EcoSport e do Hyundai ix35. O modelo será lançado no Brasil durante o Salão do Automóvel, aberto ao público entre os dias 30 de outubro e 9 de novembro e deve custar em torno de R$ 70 mil, segundo a marca.
O T6 foi apresentado durante o Salão de Xangai com o nome S5. No Brasil, o carro terá motor 2.0 flex, capaz de gerar 155 cavalos de potência. A montadora afirma que o carro possuirá itens como assistente de partida, câmera de ré e volante com controle eletrônico de velocidade de cruzeiro.
A JAC está com 10 carros T6 no País. Segundo o representante da montadora no Brasil, Sérgio Habib, os modelos rodaram cerca de 1 milhão de quilômetros pelas estradas brasileiras para que sejam feitas as adaptações necessárias para a chegada no mercado nacional.

3 de fev. de 2014

Ford mostra como será o novo Ka Sedan

Criado no Brasil, novo sedã compacto chegará ao mercado nacional nos próximos meses, mas ainda não tem especificações técnicas.



A Ford mostrou nesta segunda-feira em São Paulo um modelo de como será o novo Ka Sedan. O veículo foi desenvolvido pelo time de design de Camaçari, na Bahia, assim como a versão compacta, apresentada em novembro de 2013. A apresentação ocorreu também durante o salão do automóvel de Nova Déli, Índia, onde o modelo é um pouco mais curto e chamado de Figo.
Segundo Steven Armstrong, presidente da Ford América do Sul, o plano de oferecer apenas carros globais no Brasil foi antecipado para este ano, ou seja, Fiesta Rocam está com os dias cada vez mais contados. No entanto, a empresa não revela quando terminará a produção do modelo. A nova linha do Ka deve chegar às lojas nos próximos meses.
Tanto o Ka hatch, quanto o sedã, serão os carros de entrada (mais baratos) da marca no mercado nacional. De acordo com a fabricante, o segmento de compactos representa 60% da indústria no Brasil.
A empresa não forneceu detalhes de motorização ou equipamentos do novo veículo, apenas confirmou que ele terá o MyFord Dock, para acoplar e recarregar aparelhos como celular, tocadores de MP3, integrados ao veículo.
Além disso, alguns equipamentos de linhas consideradas superiores, como controle eletrônico de estabilidade, devem aparecer no modelo como opcionais.

























20 de dez. de 2013

Superesportivo da Mercedes-Benz chega ao Brasil por R$ 1,2 milhão

Com o motor mais potente da marca, SLS AMG Coupé Black Series acelera de zero a 100 km/h em 3s6

 

A Mercedes-Benz do Brasil anunciou nesta quinta-feira a chegada da SLS AMG Coupé Black Series ao mercado nacional com preço sugerido de US$ 499 mil (cerca de R$ 1,2 milhão). Com motor V8 AMG de 6,3 litros e 631 cavalos de potência - o mais potente da marca -, o superesportivo acelera de zero a 100 km/h em 3s6. Segundo a fabricante, a velocidade máxima chega a 317 km/h.

Em relação ao modelo "regular" da SLS AMG, a edição mais trabalhada pelos engenheiros da divisão esportiva tem acréscimo de 60 cavalos de potência, atinge rotação máxima de 8.000 RPM em vez de 7.200 RPM, e sistema de escapamento esportivo feito com titânio, o que reduziu em 17 quilos o peso do veículo. Mesmo mais potente, a edição Black Series pesa 1.625 quilos - 70 quilos a menos que a versão que não leva esse sobrenome.

A transmissão de dupla embreagem tem quatro modos de operação e a suspensão esportiva é controlada eletronicamente com dois estágios de amortecimento. Para desacelerar essa máquina, a AMG instalou freios de cerâmica. O interior é confeccionado em couro Alcantara e fibra de carbono. Para concorrer com o "ronco" do V8, o modelo é equipado com sistema de som Bang & Olufsen BeoSound AMG, com Dolby Digital 5.1 que utiliza amplificador com 1.000 W e 11 alto-falantes.