Mostrando postagens com marcador 2Rodas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 2Rodas. Mostrar todas as postagens

24 de out. de 2016

Intermot: Revelado novas CBR 1000RR e CB 1100 na Alemanha

a Honda revela as novas versões de máquinas com alguns dos nomes mais famosos do motociclismo: "Fireblade" e "CB". Vinte e cinco anos desde o lançamento da CBR 900RR Fireblade original, o 25º aniversário da máquina inovadora vê a introdução de duas novas versões: a atualizada CBR 1000RR Fireblade SP e a nova CBR 1000RR Fireblade SP2.
Desde a sua introdução, a Fireblade sempre colocou o peso, a pilotagem e a agilidade no topo da agenda da superesportiva. De acordo com esta tradição de "Total Control", a Fireblade SPano modelo 2017 coloca o foco diretamente na relação peso-potência, com uma redução de peso 15 kg e 10,88 cv de aumento de potência. A consequente melhoria de 14% na relação peso-potência leva o modelo para um nível nunca visto na história da Fireblade.



Os modelos CB 1100EX e CB 1100 RS atualizados também foram revelados no Intermot. O tanque de combustível foi reformulado e agora não tem costuras de soldagem visíveis. Tampas laterais, bancos, pára-choque traseiro e pedaleiras foram todos reformulados para dar um caráter ainda mais forte e autêntico à CB. As novas luzes de LED dão um toque mais moderno ao design retro; o silenciador de escape mais curto cria uma nota do motor mais característica. 

Além das motocicletas citadas acima, a honda também mostrará a nova e melhorada CRF450R.










27 de set. de 2016

Novas cores para versão 2017 da Honda NXR 160 Bros

Sinônimo de economia, resistência, versatilidade e baixa manutenção, a Honda apresenta a versão 2017 da NXR 160 Bros para consolidar ainda mais a liderança em vendas no segmento trail. Entre seus destaques, o modelo 2017 compartilha de novas cores Vermelha e o inédito Azul (versão ESDD) e Preto e Branco para versão de entrada, além da já consagrada motorização de 160 cm³ de maior potência e torque, aliado a um desempenho que possibilita seu uso mais amplo aos motociclistas que buscam por uma motocicleta confiável, prática e econômica ao dia a dia.






Primeiro modelo no mundo a utilizar o sistema Flex (etanol e gasolina), a NXR 160 Bros se destaca entre por proporcionar conforto e facilidade de pilotagem em um modelo de baixa cilindrada. Seu motor é o consagrado monocilíndrico OHC (Over Head Camshaft) com capacidade de 162,7 cm³, arrefecido a ar e tecnologia Flex One. A potência é de 14,5 cv a 8.500 rpm quando abastecido com gasolina e 14,7 cv, também a 8.500 rpm com etanol. O torque é de 1, 46 kgf.m a 5.500 rpm (etanol).
Versátil, a NXR 160 Bros é um modelo que possibilita o uso em diferentes pisos e terrenos, graças ao seu elevado posicionamento de pilotagem. Suas suspensões com curso de 180mm na dianteira, mono amortecida na traseira com curso de 150 mm promovem uma segurança e bom amortecimento para pilotagem. Seus pneus de uso misto com medida de 90/90-19 (dianteiro) e 110-/90-17 (traseiro) garantem segurança para frenagens emergenciais. Seu assento em dois níveis apresenta estofamento avançado até o tampa do tanque de combustível (totalmente integrada ao conjunto), proporcionando maior conforto na pilotagem em uso diário ou viagens.
Além destes diferenciais, a Bros possui painel totalmente digital na cor azul e traz informações como (velocímetro, marcador de combustível, hodômetro total e parcial, relógio e luzes espia (piscas, injeção eletrônica, farol e neutro) O escapamento é em aço inoxidável, pintado na cor preta que transmite esportividade em total conformidade com a segunda fase do Promot 4 (Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares), além de dispor de uma câmara de expansão no tubo primário do escape que possibilita melhores retomadas em baixa rotação.
Produzida na fábrica de Manaus (AM), a versão 2017 da NXR 160 Bros conta com 3 anos de garantia mais 7 trocas de óleo gratuitas nas revisões. Estará disponível a partir destes mês, em toda rede de concessionárias Honda nas cores Preto e Branco (versão de entrada), com preço público sugerido de R$ 9.990,00 e nas cores Azul e Vermelho (versão ESDD), com preço público sugerido de R$ 11.530,00. O PPS tem com base o Estado de São Paulo e não incluem despesas de frete e seguro.


5 de jul. de 2016

Kenan Sofuoglu atinge 400 km/h com a Kawasaki H2R



Kenan Sofuoglu é multicampeão de motovelocidade. Hoje compete pela Kawasaki na categoria Supersport do Mundial de Superbike, onde é o atual campeão. Com uma Kawasaki Ninja H2R, ele quebrou o recorde mundial de 0 a 400 km/h para motos produzidas em série com a marca de 26 segundos!



O piloto falou sobre a marca atingida: "Atingi os 400 km/h, a velocidade máxima que esta moto podia atingir depois de quatro longos meses de treinos. Quando falei com a Kawasaki em 2015 disseram que atingia, no máximo, 380 km/h. Efetuei pequenas mudanças na moto, mantive as definições originais, mas não a alterei. Atingi 390 km/h nos últimos treinos e bati o recorde de 400 km/h.





Tivemos de tentar às 5 da manhã para termos as melhores condições meteorológicas possíveis. A velocidade máxima que vemos no campeonato mundial ronda os 300 km/h, por isso 400 km/h é mesmo muito. Foi um sonho atingir esta velocidade e agradeço a Deus por ter conseguido. O meu próximo sonho é vencer o meu quinto mundial."

MARCELO DE BARROS 
Da Motopress, em São Paulo (SP)



17 de set. de 2014

Buell renasce com streetfighter de 185 cv

A Buell está de volta. Encerrada pela Harley-Davidson em 2009 por conta da crise econômica, a fabricante norte-americana ressurge agora com o nome EBR (de Erik Buell Racing) e um line-up focado na esportividade, que inclui a naked 1190SX. Resumi-la assim, no entanto, é errado. O tom esportivo acentuado e a ausência da carenagem integral a encaixa na descrição de uma genuína streetfighter. Termo, aliás, que a EBR já considera obsoleto para sua nova criação. “A classificação streetfighter, que era revolucionária quando chegamos ao mercado pela primeira vez, agora é utilizada para diversos tipos de motocicletas. Então, talvez, o termo apropriado para uma moto como a 1190SX seja ‘superfighter’”, comenta o fundador e responsável técnico da companhia, o próprio Erik Buell.
Com design agressivo, a moto tem visual caprichado, que abusa das linhas angulosas, encontradas no falso tanque e na pequena carenagem em volta do farol quadrado. Embora seja classificado como naked, o modelo usa duas aletas laterais grandes, que escondem grande parte do motor e trazem exaustores para auxiliar no arrefecimento. Já na rabeta alta, o minimalismo da lanterna e piscas na mesma estrutura do suporte de placa a aproximam mais de uma superesportiva, assim como o assento bipartido.
Elementos conhecidos como marca registrada das motos desenvolvidas por Erik Buell também estão lá, como o quadro de alumínio mais robusto nas laterais, que traz integrado o tanque de combustível com capacidade para 17 litros. E, claro, o disco de freio perimetral, que ocupa boa parte da roda dianteira e é mordido por oito pistões.
Potência bruta
Ao elevar em conta a motorização, o termo criado por Buell pode não ser exagero. A 1190SX está equipada com o propulsor ET-V2, que como o nome diz, tem dois cilindros em “V” a 72° com 1190 cm³. Graças à arquitetura favorita dos norte-americanos, a moto tem bastante torque. O máximo é de 14 kgf.m disponíveis nos 8.200 giros. Já a potência impressiona. São 185 cavalos entregues a 10.600 rpm.
O segredo do motor gerar tanto torque e potência juntos, segundo a EBR, é o fluxo do ar, que forma uma espécie de redemoinho na câmara de combustão chamado CSI (Controlled Swirl Induction). Ainda de acordo com a marca, o sistema também otimiza a economia de combustível e reduz a emissão de poluentes. Há ainda um segundo ressonador no escape, que ajuda a aumentar a potência em médios regimes de giro e a cumprir regras de emissões de ruídos.
Na parte ciclística, a 1190SX não faz feio. A moto conta tem disco de freio traseiro único de 220 mm de diâmetro, que auxilia o perimetral dianteiro de 386 mm de diâmetro. A suspensão dianteira tem garfo invertido (upside-down), enquanto os choques na balança são absorvidos por um monoamortecedor com link. O peso também é semelhante ao de uma superbike: são 205 kg em ordem de marcha.
Contudo, a “superfighter” da EBR se destaca no segmento por outro motivo além do desempenho e do estilo. Indo na contramão das suas concorrentes no segmento, a 1190SX restringe a eletrônica embarcada ao controle de tração. Mesmo com as 21 opções de ajuste, o sistema é o único auxílio tecnológico que o piloto tem para domar a moto, que dispensa modos de pilotagem, controle de wheeling e até mesmo freios ABS. A 1190SX está disponível nas concessionárias dos Estados Unidos nas cores branca, preta e vermelha por US$ 16.995, que equivalem a aproximadamente R$ 40 mil.
O sonho de Erik Buell
A Buell Motorcycles surgiu em 1983 por conta do sonho de seu criador: produzir uma moto esportiva genuinamente norte-americana. Mais tarde a ideia acabou fazendo sentido também para a Harley-Davidson, da qual Erik Buell havia sido funcionário. Em 1998, a marca de Milwaukee comprou a Buell e os frutos desse negócio foram modelos exóticos, como a naked XB12 Lightning e a bigtrail Ulysses, que chegaram a desembarcar no Brasil.
No entanto, tudo se desfez em 2009, quando a Harley decidiu fechar a marca Buell por conta da crise econômica que abateu os Estados Unidos no ano anterior. Seu fundador, entretanto, não ficou parado e criou a Erik Buell Racing (EBR), focada em motos de competição ainda em 2009. Dois anos depois, a marca já tinha a superesportiva de rua 1190RS, com produção de apenas 100 exemplares agendada para começar no ano seguinte. Em 2013 foi anunciada a compra de exatos 49,2% da EBR pela indiana Hero MotoCorp, que também desenvolve modelos em parceria com a fábrica norte-americana.








26 de ago. de 2014

Ducati antecipa produção nacional da 1199 Panigale

A fabricante italiana Ducati dá continuidade ao plano de expansão de sua linha de produção no Brasil e antecipa a nacionalização da 1199 Panigale, uma das mais conceituadas motocicletas esportivas do mundo. O modelo tem preço inicial de R$ 72.900
A partir de agora, a 1199 Panigale integra o grupo de motos nacionalizadas da marca italiana, que inclui os modelos Diavel, Monster 796 e Multistrada 1200 - montadas em Manaus (AM), em regime de parceria na fábrica da Dafra Motos.  A exceção fica por conta da versão 1199 Panigale R, que continua sendo importada.
A 1199 Panigale vem equipada com motor Superquadro de 195 cavalos, integrado ao chassi monocoque. Com um design esportivo, a moto dispõe de materiais, recursos e equipamentos eletrônicos de última geração, que proporcionam uma relação potência-peso de 1,19 HP/kg. 
A linha Ducati 1199 Panigale também pode ser encontrada no país nas versões 1199 Panigale S (R$ 87.900), 1199 Panigale S Senna edição limitada (R$ 100 mil) e a importada 1199 Panigale R (R$ 119 mil).

19 de ago. de 2014

Harley-Davidson promove o São Paulo Harley Days 2014


A Harley-Davidson promove a terceira edição do maior evento da marca no Brasil, com a realização da Playcorp. Com o objetivo de promover e mostrar o universo Harley-Davidson para todos os públicos, o São Paulo Harley Days 2014 traz novidades que agradam clientes da marca, fãs do motociclismo e adeptos do estilo de vida sobre duas rodas. Shows de bandas renomadas, exposições de motocicletas e o tradicional desfile de motos são algumas das atrações que irão agitar o Sambódromo do Anhembi, nos dias 18 e 19 de outubro.
“A realização da terceira edição do Harley Days no Brasil reforça o compromisso da marca em manter uma relação de longo prazo com nossos clientes, além de continuar conquistando novos admiradores. Esse evento não é destinado apenas a motociclistas, o São Paulo Harley Days é um grande encontro para reunir a família, os amigos e pessoas que se identificam com o espírito de liberdade e independência de nossa marca”, afirma Longino Morawski, diretor-superintendente Comercial da Harley-Davidson do Brasil.
Atrações Musicais
Para os amantes de boa música, principalmente de rock n’ roll, o São Paulo Harley Days 2014 será lugar certo para curtir bandas como Ira, Ultraje a Rigor, Blitz, Brothers of Brazil, banda dos irmãos Supla e João Suplicy, que criou uma sonoridade única a partir da mistura do punk rock com a bossa nova, e muitas outras.
Infraestrutura Completa
Para atender ainda melhor os visitantes, o São Paulo Harley Days 2014 preparou uma infraestrutura de cerca de 115 mil m2 com restaurantes, bares, espaço Harley-Davidson, estúdio de tatuagem, além de serviços de conveniência, como chapelaria, estacionamento exclusivo para clientes Harley-Davidson etc. Entre as opções gastronômicas, além de restaurantes tradicionais, o evento conta com os food trucks, verdadeiros restaurantes sobre rodas, que viraram febre em diversas cidades do mundo, incluindo São Paulo, por oferecerem refeições de qualidade, de forma prática, a qualquer hora e lugar.
Dentre as opções de food trucks que os participantes terão à disposição, estão o La Buena Station, especializado em comida mexicana; J Dog’s Food Truck, que serve cachorros-quentes; Brigaderô Food Trucks, servindo brigadeiros; e Temaki na Van, com temaki e yakissoba.
Além disso, haverá uma área VIP, customizada ao melhor estilo da marca, oferecendo serviços especiais e diferenciados, acessível aos membros do H.O.G.®, que poderão se reunir com seus amigos e compartilhar histórias, e àqueles que adquirirem um ingresso dessa categoria.
Atividades para toda a família
O São Paulo Harley Days 2014 também tem atividades para as famílias fãs do motociclismo. Dentre as atrações programadas estão concurso de motos customizadas, prova de marcha lenta e demonstração especial de manobras do Exército. Além disso, antes da abertura do evento no sábado, haverá um dos momentos mais esperados pelos fãs da marca: o tradicional desfile de motos pela cidade. Durante esse passeio, milhares de motociclistas sairão em comboio pelas principais ruas e pontos turísticos da cidade em uma autêntica celebração em prol do motociclismo.
Os visitantes também podem ver de perto todos as motocicletas Harley-Davidson vendidas no Brasil e montadas na unidade fabril da empresa, em Manaus. Haverá também uma loja onde os clientes e fãs poderão adquirir a camiseta oficial do evento.
Outro grande destaque das atividades é o Jump Start, uma ferramenta de demonstração inovadora que proporciona ao piloto experimentar as motocicletas Harley-Davidson, tenha ele pouca ou absolutamente nenhuma experiência anterior com pilotagem. Nesta atração, a motocicleta é fixada firmemente no Jump Start e as rodas giram sobre a esteira do equipamento, uma oportunidade segura para aprender a operar seus controles.
Outra atividade que promete atrair um grande número de pessoas é o test ride, que permite aos participantes com mais de um ano de habilitação e que já tenham uma motocicleta acima de 600 cc conhecer e pilotar diversos modelos da marca em um circuito pré-definido.
“O Harley Days é um evento internacional da Harley-Davidson, já tradicional em países como Espanha, Croácia, e Alemanha. Com a realização dessa terceira edição, podemos incluir o Brasil nessa lista. Depois do grande sucesso dos dois primeiros anos, estamos muito entusiasmados por organizar o Harley Days em São Paulo, cidade que proporcionou uma experiência muito emocionante na celebração de 110 anos da marca, no ano passado”, analisa Flávio Villaça, gerente de Marketing, Produto e Relações Públicas da Harley-Davidson do Brasil.
Ingressos
Sábado
Domingo
Pacote para dois dias
Geral
Inteira
R$ 160,00
R$ 130,00
R$ 250,00
Meia
R$ 80,00
R$ 65,00
R$ 125,00
VIP
(Entrada + Serviço VIP a R$ 60,00)
H.O.G.®
R$ 80,00
R$ 65,00
R$ 125,00
Inteira
R$ 220,00
R$ 190,00
R$ 335,00
Meia
R$ 140,00
R$ 125,00
R$ 210,00
•    Cada membro do H.O.G.® pode comprar até dois ingressos com preço promocional.
•    Crianças até 12 anos não pagam e menores podem entrar somente acompanhados dos pais ou responsável.
•    De acordo com a Lei 12.933, tem direito a meia entrada estudantes, idosos com idade igual ou superior a 60 anos, pessoas com deficiência e jovens entre 15 e 29 anos de idade, de baixa renda, inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e cuja renda familiar mensal seja de até dois salários mínimos.
Os ingressos do primeiro lote podem ser adquiridos a partir da próxima terça-feira, dia 19 de agosto, nos sites www.spharleydays.com.br e www.ticketsforfun.com.br.
Edições anteriores
Realizado em 2011 e 2012, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), o Harley Days levou milhares de pessoas à região da Marina da Glória, com apresentações de bandas como RPM, Marcelo Nova, Nasi e Skank, lojas de acessórios Harley-Davidson e MotorClothes®, área kids, estúdio de tatuagem e diversas opções gastronômicas.
O desfile foi um dos grandes destaques das duas edições do evento, com a participação das motocicletas Harley-Davidson circulando por pontos turísticos da Cidade Maravilhosa, como a praia de Copacabana.
Serviço – São Paulo Harley Days 2014
De 18 a 19 de outubro de 2014
Horário: das 13h30 à 00h (sábado) e das 12h30 às 20h (domingo)
Local: Sambódromo do Anhembi - Av. Olavo Fontoura, 1209 – Santana – São Paulo
Faixa etária: Livre - menores devem estar acompanhados dos pais ou responsáveis
Site: www.spharleydays.com.br
Venda de ingressos:(A partir do dia 19/08) www.ticketsforfun.com.br ouwww.spharleydays.com.br
Hashtag oficial: #spharleydays2014
Facebook oficial: www.facebook.com/harleydavidsondobrasil
Fotos: Divulgação

Rally dos Sertões: Jean Azevedo pronto para as disputas

Nesse sábado, 23 de agosto, tem início mais uma edição do maior rali brasileiro na cidade de Goiânia (GO): o Sertões. O piloto de moto Jean Azevedo é pentacampeão da prova e volta a competir após ter sido o melhor representante nacional em 2013, vencendo a categoria Super Production e o quarto lugar na classificação geral.

Este ano a prova terá três dias a menos de percurso e trechos cronometrados mais curtos. Com isso esperam-se resultados com menores diferenças de tempos entre os pilotos, tornando a disputa ainda mais acirrada. “O Rally dos Sertões 2014 será decidido nos detalhes”, afirma categoricamente o piloto.

Outro importante diferencial, segundo Jean, será a variedade de terrenos. “Embora a prova comece em Goiânia, local conhecido por sediar diversas largadas, iremos em direção à capital de Minas Gerais, passando por trechos inéditos. Isso é o que faz o Rally dos Sertões um evento único e sempre emocionante”, ressalta.

Atualmente, Jean Azevedo é líder do Campeonato Brasileiro, vencendo seis das sete etapas disputadas até o momento. Com a sua Honda CRF 450X, o brasileiro terá um grande desafio pela frente, já que além de trechos inéditos, não faltarão bons competidores neste ano, pois haverão representantes dos times oficiais das fábricas Honda HRC e KTM, além dos pilotos brasileiros que participam das etapas do Campeonato Brasileiro.
MOTO.COM.BR

Teste: Honda CBR 600RR é uma esportiva dócil

Esportivas de 600cc são voltadas aos motociclistas que buscam esportividade para acelerar em uma pista, mas também querem algum conforto para rodar “civilizadamente” em estradas. Desde que surgiu em 2007, a Honda CBR 600RR buscou cumprir essas propostas. O modelo 2014, que desembarcou recentemente no Brasil, dois anos após seu lançamento no exterior, promete ser ainda mais amigável no uso em estrada e mais eficaz em um autódromo.
Renovada, a CBR 600RR 2014 ganhou uma carenagem mais aerodinâmica, inspirada na MotoGP, com nova entrada de indução direta de ar; garfo dianteiro mais moderno do tipo Big-Piston Fork da marca Showa e melhorias na alimentação do seu motor. Importado, o modelo japonês tem preço sugerido de R$ 49.500 na versão standard, aqui avaliada. A versão com os bons freios C-ABS eletrônicos já está disponível por R$ 52.500.
Velha de guerra, renovada
Logo de cara, notam-se as mudanças visuais na 600RR. Inspirada na RC 212V, a carenagem tem dois faróis com novo formato e uma maior entrada de ar central. As saídas de ar laterais são maiores, auxiliam na dissipação de calor e conferem um visual que lembra muito as superesportivas dos anos 1990.
Na traseira, a CBR ficou mais larga e tem duas entradas de ar para melhorar a aerodinâmica da moto. De acordo com a Honda, a nova roupagem diminuiu em 6,5% o arrasto aerodinâmico. O escapamento, embora continue saindo por baixo da rabeta, agora traz a lanterna de LEDs acima e não mais no suporte de placa.
O tanque foi redesenhado e acomoda melhor o peito do piloto. Segundo a Honda, o design deixa o piloto mais livre para se mover e oferece uma ergonomia melhor para braços e joelhos. E isso foi possível notar durante o teste: é fácil movimentar-se sobre essa Honda 600 entre uma curva e outra. A posição de pilotagem manteve-se confortável para os parâmetros da categoria, é claro.

Por dentro, a CBR 600RR manteve o mesmo motor de quatro cilindros em linha com duplo comando no cabeçote (DOHC) de 599 cm³ da versão 2008. Ao invés de aumentar a potência e o torque, a marca preferiu melhorar a resposta do acelerador em diferentes faixas de giro para deixar a moto mais precisa e, ao mesmo tempo, mais controlável por novatos.
Isso foi feito por meio de uma nova programação na ECU. Mesmo gerando os 120 cv a 13.500 rpm da versão anterior, a atualização do sistema de mapeamento de motor e a nova entrada de ar melhoraram a resposta do motor em médios e altos giros. A força em médios regimes nem é assim tão notada, mas, se antes, tinha-se a sensação de que a esportiva média da Honda “acabava” cedo, isso agora foi corrigido. O motor parece empurrar forte mesmo acima dos 10.000 giros.
A superesportiva permanece com os discos duplos flutuantes de 310 mm de diâmetro com pinças Tokico de quatro pistões na dianteira e disco único com diâmetro de 220 mm com pinça Nissin de pistão único atrás.
Já as suspensões são novas. Na dianteira, a CBR 600RR adotou um garfo telescópico invertido Showa, com 120 mm de curso, que permite ajustes e funciona melhor: mais progressividade e estabilidade em frenagens bruscas. Outro item que ajuda na estabilidade é o amortecedor de direção eletrônico HESD (Honda Electronic Steering Damper).
Mas a 600RR fica devendo em alguns itens, como embreagem deslizante e continua abrindo mão da eletrônica, já que não tem controle de tração. Seu painel ainda é o mesmo que a versão anterior, de fácil leitura e com marcador de combustível, porém com um desenho antiquado.
Melhorou mesmo?
A Honda tentou tornar a 600RR uma esportiva boa para as ruas e estradas. A começar pelo comportamento do motor: há bastante força em baixos e médios regimes, mesmo que o torque máximo de 6,73 kgf.m só chegue a 11.250 rpm. A CBR 600RR tem acelerações vigorosas: faz de 0 a 100 km/h em 3,99 segundos. Agora quanto à potência, que não foi alterada, só resta dizer que os 120 cv são mais que suficientes para manter velocidades bem acima do permitido.
As novas suspensões da Honda são realmente excelentes e transmitem bastante confiança: aquela sensação de que você sabe exatamente onde está e para onde vai o pneu dianteiro. O sistema Unit Pro Link, que tem a balança traseira ancorada no motor, faz bem seu papel em manter a roda traseira no chão. E o quadro de dupla trave superior em alumínio também oferece uma excelente maneabilidade. Isso, em conjunto com o comportamento dócil e linear do quatro cilindros, faz da 600RR uma motocicleta muito estável em curvas, seja ela fechada ou mais aberta.
Conclusão
Não que eu despreze centímetros cúbicos ou muitos cavalos de potência máxima, mas as superesportivas médias são bem mais divertidas do que as de 1.000 cc. O tamanho e peso das 600cc são menores, a potência inferior não intimida e parece que você (e eu) consegue extrair mais da moto. Frear mais tarde, acelerar mais cedo nas saídas de curvas e trabalhar com o conta-giros lá em cima.
A nova CBR 600RR continua sendo uma das melhores opções de esportiva média para quem quer rodar na estrada e se divertir na pista. Entretanto, o fato de ser importada e a falta de eletrônica a deixa em desvantagem perante a concorrência. Por R$ 49.990, pouco mais do que os R$ 49.500 pedidos pela CBR, a Kawasaki oferece a Ninja ZX-636R sem ABS também, mas com controle de tração e modos de pilotagem. Já a Triumph Daytona 675R, montada em Manaus (AM), tem preço sugerido de R$ 48.690 e vem com ABS de série e quickshift, item útil para pistas.

NÚMEROS DE DESEMPENHO
Aceleração
0-60 km/h = 2,48s (18,89m)
0-100 km/h = 3,99s (52,70m)
0-120 km/h = 5,08s (86,22m)
Retomada
60-100 km/h = 5,25 (116,43m)
80-120 km/h = 5,53s (154,58m)
Frenagem
60-0 km/h = 15,82m (2,09s)
100-0 km/h = 42,50 m (3,29s)
FICHA TÉCNICA
Motor Quatro cilindros em linha, DOHC, 16 válvulas e arrefecimento líquido
Capacidade cúbica 599 cm³
Potência máxima (declarada) 120 cv a 13.500 rpm
Torque máximo (declarado) 6,73 kgf.m a 11.250 rpm
Câmbio Seis marchas
Transmissão final corrente
Alimentação Injeção eletrônica
Partida Elétrica
Quadro Dupla trave de alumínio
Suspensão dianteira Garfo telescópico invertido com tubos de 41mm (BPF), totalmente ajustável com 120 mm de curso
Suspensão traseira Monoamortecedor a gás com reservatório de expansão fixado por links, totalmente ajustável e curso de 130 mm
Freio dianteiro Discos duplos flutuantes de 310 mm com pinças radiais Tokico de quatro pistões
Freio traseiro Disco de 220 mm com pinça de pistão único
Pneus 120/70-17 (diant.)/ 180/55-17 (tras.)
Comprimento 2.029 mm
Largura 684 mm
Altura 1.115 mm
Distância entre-eixos 1.373 mm
Distância do solo 137 mm
Altura do assento 823 mm
Peso a seco 169 kg
Tanque de combustível 18,1 litros
Cores Vermelha e tricolor (HRC)
Preço sugerido R$ 49.500












Fonte:
Agência Infomoto

3 de mar. de 2014

Chak apresenta moto segura. Molot!

A marca russa Chak apresentou seu lançamento para 2015: amoto Molot. Uma superbike de 1000 cc construída com base na Honda CBR 1000 RR Fireblade. Até aí, nada de mais, não é? Mas o diferencial desta moto é a segurança.


Sim, a Molot possui um sistema que a torna mais segura, uma vez que o veículo é capaz de identificar a iminência de um impacto e acionar os freios. Sozinha.

O sistema é semelhante com o de alguns carros, que funciona com uma espécie de radar que identifica quando há algum obstáculo na frente da moto. Com a aproximação perigosa de algo, primeiro o sistema emite um aviso no painel e, após isso, se a colisão estiver próxima, os freios são acionados.

Para que não exista o risco do motociclista cair em uma situação de frenagem emergencial, os freios usam do sistema ABS, que não “travam” e permitem manter o equilíbrio.
Mas como não são apenas as colisões que podem oferecer riscos aos pilotos, a motocicleta da Chak também tem um sistema para evitar quedas durante curvas, avaliando a inclinação  e cortando a aceleração, caso seja necessário.
Toda esta tecnologia é aplicada em uma moto que é feita a mão, como faz questão de ressaltar a marca em seu site.

Confira vídeo da Molot, a moto segura da Chak!