9 de mar. de 2013

Comparativo Honda CBR 600F x Suzuki GSX 650F


Pré-leitura - Cada moto possui características específicas e cada pessoa que a utiliza tem diferentes experiências. Por isso cada conjunto piloto-motocicleta resulta em uma experiência única. As pessoas tem preferências e gostos diferentes e por isso o Motonline acredita que a escolha da moto é uma escolha pessoal e que não existe uma moto que seja boa igualmente para todos. Por isso nossos comparativos não trazem uma moto "vencedora". Motonline traz informações sobre diferentes critérios – visual, performance, dirigibilidade, consumo e "custo x benefício". O objetivo destas informações é ajudar você a fazer sua escolha e abrir a discussão. O Motonline sempre incentiva a discussão, mas uma discussão construtiva. Sua opinião pode ser diferente da dos demais motociclistas e é isso que enriquece a discussão. Expresse sua opinião, respeite a opinião de todos e Boa leitura!

O mercado brasileiro cresceu muito na última década, apesar de ter recuado um pouco no último ano. Dentre os segmentos que mais crescem, o de motocicletas "premium" – todas aquelas acima de 500 cc – se destaca. E dentre as premium, o degrau inicial, que inclui as motos de 600 cc (até 700cc), é o que mais opções apresenta.

Nessa classe de motos semi-esportivas ou sport-touring, várias motos concorrem e são muitas as opções de preços e modelos, mas só duas tem motorização de 4 cilindros e são elas que estão sendo comparada aqui: Honda CBR 600F e Suzuki GSX 650F.

As duas tem nos seus nomes valor  que denota toda experiência de cada uma das marcas em competições mundo afora, mas agregando a letra "F". A soma desta letra identifica motos com menos esportividade que as mais radicais. Estas acabam por receber as denominações R ou RR para "racer" ou "racer replica".

Aqui nesses dois modelos a conotação é esportividade com conforto, por isso são consideradas esporte-turismo. O público está percebendo a diferença em termos de conforto e praticidade que tem esse tipo de moto, se adaptando melhor ao dia a dia do que uma esportiva radical.

CBR 600F se apresenta como uma esportiva, mas permite trafegar com desenvoltura no trânsito urbano, tanto quanto nas estradas

CBR 600F se apresenta como uma esportiva, mas permite trafegar com desenvoltura no trânsito urbano, tanto quanto nas estradas

São grandes nomes, mas as suas diferenças começam a se perceber já desde o primeiro olhar, no chassi. Aço contra alumínio. Configuração clássica contra uma estrutura inovadora, consagrada pela Hornet e ampliada para toda linha naked e sport turismo da Honda, inclusive na pequena CBR 250R.

Nela esse tipo de estrutura foi adaptada para uma construção em tubos de aço, mas que também usa esse sistema inovador de abraçar o motor pela frente, com dois braços que descem pela vertical, fazendo com que o motor, com a sua largura, participe na estrutura da moto de modo muito intenso, oferecendo uma grande contribuição contra torção na parte dianteira da moto.

A GSX 650F por outro lado faz uso do sistema de berço duplo, muito usado nos anos 60 nas melhores motos da época. E é prova de que essa tecnologia permanece atualizada com as melhores motos em fabricação no mundo, onde participa toda a série Bandit da Suzuki.

A posição do piloto na GSX 650F é mais natural do que na Honda CBR 600F

A posição do piloto na GSX 650F é mais natural do que na Honda CBR 600F

Andando nas duas motos se percebe uma diferença relevante, no que se refere ao peso total das motos. A Suzuki pesa 40 kg a mais do que a Honda e isso já dá para sentir na primeira volta com cada uma delas. Partindo dessa diferença importante pode-se conferir como o resto das características dessas motos vão se encaixando para determinar as suas tendências. Isso porque dentro da mesma categoria pode-se pender para um ou outro limite.

Os limites são muito claros, partindo do peso total das motos, passando pela postura mais radical, se bem que ainda bem "passeio" da Honda, e chegando na postura mais relaxada e com maior proteção aerodinâmica da Suzuki, principalmente para as pernas e tronco. Se considerar um garupa, a tendência se repete. Mais conforto numa posição mais relaxada para quem for em companhia da Suzuki, contra uma posição um pouco mais tensa e menos confortável para quem sentar na garupa da Honda.

Motor da Suzuki leva um litro a mais de óleo e tem 50 cm³ a mais em seu volume: projeto para maior durabilidade

Motor da Suzuki leva um litro a mais de óleo e tem 50 cm³ a mais em seu volume: projeto para maior durabilidade

Em termos de performance, a diferença de peso se manifesta novamente, adicionando um componente importante que é a curva de resposta da potência de cada um desses motores. E os números não mentem: são 102 cv a 12 mil rpm na Honda contra 85 cv a 10,5 mil rpm na Suzuki. E há que se considerar ainda uma boa diferença de cilindrada. A Suzuki tem uma "cinquentinha" a mais no seu motor. E ele tem que carregá-la de fato. Os 40 kg de diferença cobra o seu preço: o motor da Honda leva 1,87 kg para cada cavalo de potência do seu motor e a Suzuki tem que dar conta de 2,83 kg em cada cavalo do seu motor.

Números sinistros para a Suzuki, que inclusive no torque, mesmo com cilindrada maior, perde para Honda em valor absoluto. Apenas na questão da rotação em que esse pico se dá, a Honda perde, mas por pouco (1,6 mil rpm).

Motor da CBR: projeto para maior potência e esportividade

Motor da CBR: projeto para maior potência e esportividade

Nesse caso, a diferença de peso vai ajudá-la bastante, porque mesmo com torque menor nas mais baixas rotações o motor tem menos peso para carregar. O uso da força (torque) do motor em baixas rotações é favorecido por essa característica. Você vai conseguir acelerações mais fortes com a CBR e mande sua companhia na garupa segurar firme porque a moto vai querer sair debaixo dela.

A contrapartida na Suzuki é essa. Mais conforto na pilotagem sem tantas forças extremas agindo sobre o corpo do piloto e sua companhia. Uma rabeta maior e uma boa barra para se segurar, mas vai ficar para trás.

No consumo essa diferença de performance, para maior esportividade da Honda e um foco para maior resistência e conforto na Suzuki também se traduz em maior economia para a segunda. A Honda fez média de 16,5 km/litro de gasolina com a pior medição de 14,45 km/litro e a melhor de 19,00 km/litro. Na Suzuki essas medidas ficaram em 17,8 km/litro na média, sendo 16,2 km/litro a pior e 19,46 km/litro a melhor medição.

Na dirigibilidade também se manifestam as diferenças para os dois extremos. Facilidade de conduzir contra precisão e rapidez, nas devidas proporções, claro. A CBR 600F não é uma superesportiva, mas tem características para uma ciclística mais esportiva e que demanda mais esforço na pilotagem.

Os números também mostram essas diferenças, veja: Distância entre eixos maior na GSX, juntamente com um ângulo mais aberto no Rake e um trail mais longo. O resultado é essa condução mais relaxada e lenta da Suzuki, mas não entenda mal, ela faz curvas sim. E tem muitas qualidades para uma tocada bem esportiva, apenas menos que a CBR, oferecendo mais conforto e previsibilidade pois suas reações também são mais lentas. Resulta que não demanda tanta atenção nas reações da motocicleta às imperfeições do piso, por exemplo.

Geometria da Honda CBR 600F tem medidas que favorecem mais a esportividade e precisão na direção

Geometria da Honda CBR 600F tem medidas que favorecem mais a esportividade e precisão na direção

Geometria da Suzuki GSX 650F favorece o conforto e previsibilidade na condução

Geometria da Suzuki GSX 650F favorece o conforto e previsibilidade na condução

Os Freios da Honda mostram mais precisão e potência. Grande vantagem há na versão com C-ABS que mantém os freios dianteiro e traseiro sempre combinados. Ao se acionar somente o traseiro, um dos pistões da pinça dianteira também é acionado, deixando a moto mais equilibrada. O ABS é bem calibrado e solta as rodas bem mais perto do limite real da tração dos pneus. Um equipamento de última geração. Nas Suzuki, tradicionalmente os freios demandam mais pressão no acionamento, tanto dianteiro quanto traseiro e na GSX 650F não é diferente. Mas são bastante potentes para a moto e oferecem boa sensibilidade para modular a força de frenagem.

A Suspensão na Honda é mais ríspida e oferece e menos conforto, como era de se esperar, para maior adequação ao resto do conjunto da moto. Com isso pode-se esperar também maior esportividade, até por ter menos curso do que a Suzuki. Essa, ao permitir mais movimento da suspensão, as alterações na dinâmica da geometria da moto cobram seu preço na esportividade, mas ganha em conforto.

Custo – Benefício: Se o esperado é mais esportividade, esse benefício será melhor atingido com a Honda CBR 600F, com o preço sugerido de R$ 33.990,00 (Standard) e R$ 36.990,00 (C-ABS). Para mais conforto, sem abrir mão da imagem e boas características de uma esportiva, a Suzuki pode ser adquirida ao preço sugerido de R$ 30.381,00. Os preços foram pesquisados na tabela FIPE em 26/1/2013.

Se você tem uma CBR600F ou GSX650F, opine sobre ela!
Acesse agora mesmo:Guia de Motos – Motonline

 



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ELÉTRICO, MAIS, SUSTENTABILIDADE, TÉCNICA

Empresa húngara cria scooter elétrico dobrável

Mais uma proposta de solução para os problemas da mobilidade urbana

O deslocamento urbano tem sido preocupação permanente de governos e empresas privadas, e de vez em quando aparece uma proposta de solução, como se fosse uma pergunta à sociedade se aquela seria uma solução viável, que iria cativar o gosto da população.

Moveo, scooter elétrico de fabricação húngara

Moveo, scooter elétrico de fabricação húngara

Dobrado o scooter pode ser facilmente transportado

Dobrado o scooter pode ser facilmente transportado

Desta vez foi a empresa húngara Antro, cuja especialidade é o desenvolvimento de soluções sustentáveis para o transporte, que criou um scooter elétrico e dobrável para facilitar o transporte dentro de porta-malas.

A criação foi apelidada de Moveo e está sendo apresentado após cinco anos de trabalho.  O protótipo apresentado tem motor instalado em ambas as rodas, pesa 25 quilos e alcança até 45 km/h, tendo autonomia de 35 km.

Chegando ao destino, o usuário dobra o scooter, transformando-o em uma mala com rodinhas, que pode ser facilmente transportado para qualquer lugar, inclusive transitando no interior de prédios e elevadores.

A Antro pretende iniciar a produção da scooter já no próximo ano, pretendendo fabricar 15 mil unidades em um ano, ao preço aproximado de US$ 3.100.

Talvez seja uma boa solução para nossos problemas de mobilidade urbana

Talvez seja uma boa solução para nossos problemas de mobilidade urbana

Quer saber mais sobre o Moveo, acesse o site do fabricante aqui . Para ver modelo de bike elétrica dobrável disponível no mercado brasileiro  clique aqui .





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5 de mar. de 2013

PERUA DO HONDA CIVIC É REVELADA EM GENEBRA


Honda apresenta conceito do Civic Wagon no Salão de Genebra  (Foto: Newspress)













Exposta no estande da Honda no Salão de Genebra, esta é a perua derivada do Civic, que é apresentada por lá como um conceito - apesar da similaridade com o modelo de produção, que deverá ser apresentado em Frankfurt, em setembro. O modelo deverá chegar oficialmente ao mercado no início de 2014.

Honda apresenta conceito do Civic Wagon no Salão de Genebra  (Foto: Newspress)













Chamado de Civic Tourer Concept, a perua mantém as linhas do Civic hatch vendido na Europa, apesar de mais agressivo. A novidade é equipada com motor 1.6 a diesel de 120 cv de potência e 30,6 kgfm de torque. Ele promete ter um comportamento aerodinâmico melhor do que a versão hatch, para encarar concorrentes como Ford Focus Wagon e o New Golf Variant no mercado europeu. Não há previsão de vendas no Brasil.

Honda apresenta conceito do Civic Wagon no Salão de Genebra  (Foto: Divulgação)





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CORVETTE STINGRAY CONVERSÍVEL E NOVO HATCH ELÉTRICO SPARK ESTÃO EM GENEBRA


Corvette Stingray no Salão de Genebra (Foto: Newspress)

A General Motors aproveitou o Salão de Genebra para exibir pela primeira vez a versão conversível do Corvette Stingray. A versão cupê do esportivo também foi apresentada no evento, assim como o novo elétrico da montadora, o Spark, e a atualização do SUV Captiva para a Europa.

O Corvette Stingray passou por diversas mudanças nesta versão e promete ser o modelo mais econômico da categoria, segundo dados oficiais. Ele será equipado com um bloco V8 6.2 de 455 cv de potência e 62,2 kgfm de torque, que será acoplado a um câmbio manual de sete velocidades ou a um automático de seis velocidades. Segundo a montadora, essa combinação será capaz de acelerar o Stingray a 100 km/h em cerca de 4 segundos.

Corvette Stingray conversível (Foto: Divulgação)

O modelo foi produzido utilizando peças de fibra de carbono e outros materiais mais leves para aumentar a eficiência do bloco. No interior, os passageiros também contam com peças de fibra de carbono, além de alumínio e couro. No painel, há um display de 8 polegadas com diversas funcionalidades. Também será oferecido um pacote complementar de customização chamado de Z51, que inclui modificações eletrônicas, mecânicas e na aerodinâmica do modelo.





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Kia PROVO


Kia Provo (Foto: Renata Viana de Carvalho/Autoesporte)

Uma das atrações da Kia no Salão de Genebra atende pelo nome de Provo. O conceito traz sob o capô um motor 1.6 DD1 Turbo, compartilhado com os hatches esportivos Kia GT Cee'd e pro_cee'd. Em conjunto com um propulsor híbrido, o protótipo entrega 250 cv de potência máxima. O câmbio é automático de sete marchas.

As linhas agressivas do conceito foram desenhadas em Frankfurt, na Alemanha, sob a chefia do designer alemão Greogory Guillaume. Mas apesar da origem germânica, o desenho foi inspirado nos italianos Fiat 500 Abarth e no Alfa GT Junior e ousa ao apostar em características como as portas sem coluna.

Kia Provo (Foto: Renata Viana de Carvalho/Autoesporte)

A frente do carro é a única parte que guarda algum resquício do DNA visual da Kia, destacando entrada de ar na parte inferior do parachoque. As rodas, de alumínio, são de 19 polegadas.

O interior conta com acabamento em couro e alumínio e traz ainda telas de LCD que, entre outras funções, oferece controle para instrumentos gerais como o ar-condicionado.


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Novo IX35


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Novo Hyundai ix35 europeu (Foto: Renata Viana de Carvalho/Autoesporte)

A nova versão do ix35, apresentada hoje (5) pela Hyundai no Salão de Genebra, na Suíça, traz os avanços tecnológicos como principais novidades. De acordo com a marca, o SUV é o modelo que vendeu mais rapidamente na Europa em toda a história da empresa. Por isso, as modificações buscaram atender às expectativas de modernidade deste público. A começar, o motor "Nu" 2.0 GDI (injeção direta de gasolina), desenvolvido na Alemanha, gera 166 cv de potência e 20,9 kgfm de torque. Um novo sistema de recirculação de gases de escape de baixa pressão também colabora para o ganho de eficiência do ix35.

Novo Hyundai ix35 europeu (Foto: Renata Viana de Carvalho/Autoesporte)

O modelo traz três modos de condução: conforto, normal e esporte, para que o motorista eleja um nível de direção e de adequação ao ambiente. Os benefícios de luxo são complementados pelo volante aquecido, sensores de estacionamento dianteiros, luzes diurnas de LED e sistema eletrônico de estabilidade. Um display de 4,2 polegadas de alta resolução é oferecido como item opcional. Além dele, também estão disponíveis sistema de áudio com monitor LCD de 7 polegadas e faróis bixenon.

No interior, os bancos e os revestimentos superiores das portas passaram a ser feitos de material mais refinado. As saídas de ar do painel são emolduradas com cromo e os porta-copos dianteiros, iluminados.

Novo Hyundai ix35 europeu (Foto: Renata Viana de Carvalho/Autoesporte)


















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