19 de out. de 2012

Sedã usará "padrão Toyota" para cativar

Etios Sedan tem confiabilidade, espaço interno razoável e baixo custo de manutenção. Mas...

Marcos Camargo / Guilber Hidaka

Você conhece. Você confia. A máxima usada pela VW durante anos – até a influência alemã trocar tudo pelo insípido "Das Auto" – serve como um quimono na marca japonesa. Ou você já viu algum dono de Corolla ou Hilux reclamar que o carro quebrou sem que tenha sofrido algum abuso, seja por conduta do motorista ou por manutenção desleixada? Essa é a égide que o Etios sedã deve usar como estratégia de convencimento. Um argumento forte em se tratando de um sedã, pois você não vai arriscar a segurança da sua família, não é mesmo?
O três volumes é fabricado em três versões, todas com motor 1.5 16V de 96,5 cv e com preços entre R$ 36.190 e R$ 44.690. O mais barato, chamado de X, vem com direção elétrica, ar quente, airbag duplo e ABS de série. Para colocar ar-condicionado você gasta mais R$ 2.700. O modelo XS já vem com o climatizador e inclui maçanetas e retrovisores pintados na cor do carro, travas e vidros elétricos, e MP3 player por R$ 41.490.
Quem quiser o Etios Sedan XLS, top de linha avaliado nesta apresentação, vai desembolsar R$ 44.690 e incluir no modelo XS as rodas de liga leve aro 15", comando de abertura das portas na chave, banco traseiro rebatível, faróis de neblina, tecido especial de acabamento dos bancos e barras cromadas na grade dianteira e na tampa traseira.
Mas por esse preço, há carros melhores? Bem... Imagine que com R$ 40.420 você compra um Grand Siena Essence, com motor 1.6 16V de 117 cv, ABS, airbag duplo, ar-condicionado, direção hidráulica e rodas de liga-leve de 16". Os vidros elétricos valem R$ 448 e o rádio MP3 player com os retrovisores elétricos custam R$ 930. Por R$ 41.798 ele é mais potente, melhor equipado e bem atualizado frente ao Toyota. Ah, e você pagará R$ 2.892 a menos!
Tem mais. Por R$ 42.230 você compra um Renault Logan automático com o mesmo nível de equipamentos do Etios Sedan e a vantagem da transmissão automática. Até o VW Voyage 1.6, conhecido por ter opcionais mais caros, se receber o pacote com os mesmos equipamentos do Toyota, fica mais barato: R$ 42.613. Em suma, a pergunta que não quer calar é: por que o Etios é tão caro?

Marcos Camargo

Na Toyota ninguém esconde o sentimento de que "o consumidor compra carros da marca porque ter um desses na garagem dá certo status, é sinônimo de racionalidade e porque se sente seguro". Mas quem comprou um Toyota até hoje no Brasil ou teve o lendário Corolla ou os indestrutíveis membros da família Hilux, carros que valem o quanto custam. No caso do Etios, avaliá-lo como um Toyota "e ponto final" dará uma noção distorcida ao consumidor. O Etios não é esse primor de carro.
Seu design não foi considerado prioridade. O visual do Etios é pobre. Na frente ele acompanha a precariedade do desenho indiano, com faróis quadrados em um conjunto sem emoção. Na traseira, apesar dos esforços com uma barra cromada e grandes lanternas, falta graça. Agora, se a versão top de linha peca nos caprichos visuais, imagine as outras, X e XS, nas quais a Toyota não se deu ao trabalho nem de equipá-las com rodas de liga leve?

Marcos Camargo
À exceção do Renault Logan que tem suas vendas majoritariamente nas versões entre R$ 26.000 e R$ 32.000, as marcas se preocupam cada vez mais com o que o carro parece ser. A VW caprichou na reestilização do Voyage, a Fiat transformou o Siena em um carro totalmente diferente do que você sempre comprou. Então, a Chevrolet não deixou barato e investiu pesado na imagem de "carro grande do Cobalt". A Toyota não, a marca entende que o consumidor se preocupará mais com o logotipo.
Por dentro você pode ter duas análises, uma prática, para quem dirige, outra para quem se acomoda. Se a sua preferência for por espaço interno para a família, não há do que reclamar. Cabem três no banco de trás numa boa. Mas para o motorista, a não ser que todos os donos de Etios tenham 1,80 m, ou menos, a acomodação para dirigir é sofrível. Primeiro porque não há ajuste de altura do banco e a regulagem de altura do volante é pouco abrangente. Segundo porque o painel é baixo e os instrumentos centrais impossibilitam quem tem mais de 1,80 m enxergar a parte de cima do velocímetro. Os retrovisores ficam baixos demais também, e, para ajustar o da direita, caso você seja responsável o bastante, terá que parar o carro, não há regulagens elétricas, nem como opcional.
Marcos CamargoMarcos Camargo
A sensação ao guiá-lo é de que se está em um carro mais simples do que a nota fiscal mostra. Ele é honesto, ok. Anda razoavelmente bem para um carro familiar na cidade e na estrada, ok de novo. É até silencioso, tudo bem. Mas pagar R$ 44.690 em um carro por essas virtudes é como escolher o melhor amigo porque é o único que não ganha de você no futebol.
Sua suspensão é um tanto flácida e a direção acompanha esse comportamento com pouca aptidão para desvios mais rápidos. Sinceramente, não tem nada a ver com nenhum outro Toyota. A única semelhança com os carros da marca fica pelos bons níveis de consumo de combustível.
A melhor parte está na manutenção. Segundo a Toyota, você gastará R$ 643,50 para mantê-lo em ordem até os 30.000 km e R$ 1.637 na somatória até os 60.000 km. Os três anos de garantia também são atrativos, assim como a troca de componentes a preço fechado, com valores convidativos propostos pela própria Toyota.
AO VOLANTE
DESEMPENHO Não foi feito para surpreender, por isso o resultado de 0 a 100 km/h em 11s5 pode ser considerado razoável. Mesmo com duplo comando, o torque em baixa é bom e a retomada de velocidade está na média do seu segmento.
SUSPENSÃO Deveria ser mais equilibrada. O conforto recebeu privilégios, mas não há muito o que comemorar em curvas fechadas e desvios rápidos. A direção não é veloz e com a carroceria pendulando demais, parece ainda mais lenta.
ETIOS SEDAN 1.5 XLS
BOM
+ Manutenção. As três primeiras revisões não ultrapassam os R$ 644.
+ Bom espaço traseiro e porta-malas bem grande são suas maiores armas.
+ Consumo de combustível foi melhor do que a média do segmento.
+ Confiabilidade da marca e plano especial de manutenção em até 1 hora.
RUIM
- Design não condiz com a concorrência de mesmo preço.
- Falta regulagem de altura para o motorista e a de distância é bem pequena.
- Pensando na Toyota? No Corolla? Com esse acabamento nem parece ser da marca.
- Preços. Carros maiores e mais atuais são até R$ 4.000 mais baratos!
SEU BOLSO
Preço Real: R$ 44.690Reprodução
Taxa de financiamento: 1,2%
Parcela mensal: R$ 779
(50% entrada + 36 vezes)
Emplacamento: R$ 1.200
(Primeira documentação, sem IPVA)
Seguro: R$ 2.300
IPVA (4%): R$ 1.787
Garantia: 3 anos
1ª revisão (estimada): R$ 135
2ª revisão (estimada): R$ 280
3ª revisão (estimada): R$ 228
Gastos iniciais: R$ 28.411
(Docto. + entrada + 1ª parcela + seguro)
Desval. (estimada 1º ano): 11%
Desval. (estimada 2º ano): 6%
A TOYOTA NÃO IMAGINOU QUE quando lançasse o Etios, o mercado nacional estaria repleto de novidades justamente neste segmento. Grand Siena, Cobalt, Voyage... Todos têm menos de um ano de idade nas gerações/reestilizações atuais. Aprovado por consumidores em clínicas em 2007 e 2009, o Etios até que faria algum barulho caso sua chegada tivesse acontecido em 2010, mas agora não. Falta carisma, não há novidade e tampouco seu preço é atrativo. A aposta da marca em si própria é mostra de confiança no trabalho realizado, mas o carro é bem mais simples que a concorrência. Com isso, a confi ança toma ares de soberba. Apesar de não ser barato nem bem resolvido, a manutenção sai bem em conta. Mas só isso não basta, a Toyota poderia ter feito mais por você.
Avaliação do Teste: 2/5
Reprodução

“Terra”

Ta com pressa? 0-100 em 3s!

Lista de carros que fazem de 0 a 100 e até 3 segundos!

1 - BUGATTI VEYRON SS 2,5s

2 - ULTIMA GTR 2,6s

3 - ARIEL ATOM 3 2,7s

4 - NISSAN GT-R R35 2,7s

5 - SSC ULTIMATE AERO TT 2,8s

6 - CATERHAM 7 R500 2,8s

7 - SALEEN S7 TWIN TURBO 2,8s

8 - KOENIGSEGG AGERA R 2,9s

9 - LAMBORGHINI AVENTADOR 2,9s

10 - PORSCHE 918 SPYDER 3,0s

Os novos Sandero e Logan

Modelos devem chegar ao mercado brasileiro no primeiro semestre de 2013.

Divulgao
A DACIA, SUBSIDIÁRIA DA RENAULT na Romênia, mostrou algumas imagens da primeira alteração pesada no visual do Sandero e do Logan depois de oito anos de seus lançamentos. Ainda baseados sobre a plataforma B0, a utilizada atualmente pelos modelos, agora eles trazem a mesma “cara” para o hatch e o sedã, dividindo novos faróis, grade e lanternas. No caso do Logan, ele perdeu o visual quadradão para ficar com linhas mais esportivas e suaves que devem agradar até mesmo a quem torce o nariz para a atual geração do sedã compacto, que se tornou referência de espaço e porta-malas para o segmento.
No interior, o Sandero traz mudanças na cor do painel, a opção por sistema multimídia com uma tela touchscreen (dependendo da versão) e novo cluster, semelhante ao do Fluence. Mas manteve as entradas de ar, comandos de ar-condicionado e manopla de câmbio. Todo esse conjunto interno foi aplicado ao Logan, que contava com interior mais espartano e menos requintado. Para o Brasil, os modelos devem manter a mecânica que conhecemos atualmente, com os motores 1.0 16V Hi-Flex, que gera 77 cv com etanol e 76 cv com gasolina, e o câmbio de cinco marchas. Há ainda os motores 1.6 de 8V, que rende 106 cv com etanol e 98 cv com gasolina, e o 1.6 16V (112 cv com etanol e 107 cv com gasolina). O câmbio é o manual de cinco velocidades com opção pelo automático de quatro marchas apenas para o 1.6 de 16V. Ambos devem mudar por aqui no primeiro semestre de 2013.
“TERRA”

Brasileiro pode escolher Rolls-Royce com porta-joias e adega

Estamos de volta! Em alto luxo!

A intenção da fabricante de luxo é emplacar entre oito e doze unidades do modelo por ano.

A intenção da fabricante de luxo é emplacar entre oito e doze unidades do modelo por ano  Foto: Fernando Borges/Terra

O conforto é extremo para quem viaja no banco de trás. Lá estão telas de LCD individuais - localizadas nos encostos do bancos -, bandeja "tipo avião", múltiplas saídas de ar-condicionado, e pontos de luz, banco com inclinação regulável automática, apoio central de braço com comandos para o kit multimídia, além de outros "mimos".

O conforto é extremo para quem viaja no banco de trás. Lá estão telas de LCD individuais - localizadas nos encostos do bancos -, bandeja tipo avião, múltiplas saídas de ar-condicionado, e pontos de luz, banco com inclinação regulável automática, apoio central de braço com comandos para o kit multimídia, além de outros mimos  Foto: Fernando Borges/Terra

Mas o certo é que o Ghost intimida pelo luxo mesmo sem os apetrechos menos usuais. Dentro das portas do motorista e do carona, em uma espécie de compartimento secreto estão os tradicionais guarda-chuvas da fabricante.

Mas o certo é que o Ghost intimida pelo luxo mesmo sem os apetrechos menos usuais. Dentro das portas do motorista e do carona, em uma espécie de compartimento secreto estão os tradicionais guarda-chuvas da fabricante  Foto: Fernando Borges/Terra

A unidade de força é capaz de levar o modelo aos 250 km/h e completar a marca de zero a 100 km/h em 4s9.

A unidade de força é capaz de levar o modelo aos 250 km/h e completar a marca de zero a 100 km/h em 4s9   Foto: Fernando Borges/Terra

Ao todo são 40 mil possibilidades de combinação de cores, opcionais como centrais multimídias, rodas, adornos, frisos, além de extras excêntricos.

Ao todo são 40 mil possibilidades de combinação de cores, opcionais como centrais multimídias, rodas, adornos, frisos, além de extras excêntricos  Foto: Fernando Borges/Terra

O comprador abonado de um Rolls-Royce Ghost, que acaba de chegar ao Brasil por R$ 2,3 milhões, pode usar sua imaginação para personalizar o modelo ao seu gosto.

O comprador abonado de um Rolls-Royce Ghost, que acaba de chegar ao Brasil por R$ 2,3 milhões, pode usar sua imaginação para personalizar o modelo ao seu gosto  Foto: Fernando Borges/Terra

"Temos acessórios como porta-joias, adega climatizada, kits para piquenique, teto com fibra ótica que imita um céu estrelado e geladeira. A personalização só tem limite pela imaginação do cliente", diz Milton Chameh, gerente geral da Rolls-Royce no Brasil.

Temos acessórios como porta-joias, adega climatizada, kits para piquenique, teto com fibra ótica que imita um céu estrelado e geladeira. A personalização só tem limite pela imaginação do cliente, diz Milton Chameh, gerente geral da Rolls-Royce no Brasil  Foto: Fernando Borges/Terra

O preço de tanto luxo, no entanto, não pode ser contabilizado de forma geral. "Isso vai depender muito. Um revestimento em madeira da lateral interna da porta pode valer US$ 20 mil. Não dá para estimar. Mas fazemos tudo o que for pedido pelo cliente, isso eu garanto", valoriza Chameh.

O preço de tanto luxo, no entanto, não pode ser contabilizado de forma geral. Isso vai depender muito. Um revestimento em madeira da lateral interna da porta pode valer US$ 20 mil. Não dá para estimar. Mas fazemos tudo o que for pedido pelo cliente, isso eu garanto, valoriza Chameh  Foto: Fernando Borges/Terra

O Ghost chega ao País com quatro anos de garantia, equipado com motor V12 biturbo de 563 cavalos de potência.

O Ghost chega ao País com quatro anos de garantia, equipado com motor V12 biturbo de 563 cavalos de potência  Foto: Fernando Borges/Terra

O modelo é produzido de forma artesanal na planta de Goodwood, na Inglaterra, e segundo informações, é feito por 30 pessoas, que trabalham em um total de 450 horas para construi-lo.

O modelo é produzido de forma artesanal na planta de Goodwood, na Inglaterra, e segundo informações, é feito por 30 pessoas, que trabalham em um total de 450 horas para construi-lo  Foto: Fernando Borges/Terra

Uma unidade personalizada demoraria de quatro a seis meses para chegar ao Brasil.

Uma unidade personalizada demoraria de quatro a seis meses para chegar ao Brasil  Foto: Fernando Borges/Terra

A marca inglesa de super luxo Rolls-Royce inaugurou nesta quinta-feira, em São Paulo, sua primeira revenda no Brasil.

A marca inglesa de super luxo Rolls-Royce inaugurou nesta quinta-feira, em São Paulo, sua primeira revenda no Brasil  Foto: Fernando Borges/Terra

A fabricante chega ao mercado brasileiro pelas mãos do grupo Via Itália - representante de Ferrari e Maserati.

A fabricante chega ao mercado brasileiro pelas mãos do grupo Via Itália - representante de Ferrari e Maserati   Foto: Fernando Borges/Terra

A loja irá comercializar um único modelo, o Ghost SWB (Small Wheel Base, entre-eixos curto, em inglês), oferecido por R$ 2,3 milhões.

A loja irá comercializar um único modelo, o Ghost SWB (Small Wheel Base, entre-eixos curto, em inglês), oferecido por R$ 2,3 milhões  Foto: Fernando Borges/Terra

Na revenda da marca estão dois carros em exposição, e os único disponíveis para a venda, em pronta-entrega.

Na revenda da marca estão dois carros em exposição, e os único disponíveis para a venda, em pronta-entrega  Foto: Fernando Borges/Terra

No ano passado foram vendidas 3.538 unidades do mundo, a maioria desse número em mercados como China e Estados Unidos.

No ano passado foram vendidas 3.538 unidades do mundo, a maioria desse número em mercados como China e Estados Unidos  Foto: Fernando Borges/Terra

Ao todo são 96 concessionárias abertas, mas outras quatro serão inauguradas até o final do ano.

Ao todo são 96 concessionárias abertas, mas outras quatro serão inauguradas até o final do ano  Foto: Fernando Borges/Terra

"A crise não nos afetou diretamente, mas fez com que virássemos os olhos para outros mercados, como o brasileiro", pondera Hugo Jaroslav Sussland, diretor de relações internacionais da marca.

A crise não nos afetou diretamente, mas fez com que virássemos os olhos para outros mercados, como o brasileiro, pondera Hugo Jaroslav Sussland, diretor de relações internacionais da marca  Foto: Fernando Borges/Terra

Rolls-Royce Ghost    Foto: Fernando Borges/Terra

Rolls-Royce Ghost    Foto: Fernando Borges/Terra

Rolls-Royce Ghost    Foto: Fernando Borges/Terra

Rolls-Royce Ghost    Foto: Fernando Borges/Terra

 

Rolls-Royce Ghost    Foto: Fernando Borges/Terra

Rolls-Royce Ghost    Foto: Fernando Borges/Terra

Rolls-Royce Ghost    Foto: Fernando Borges/Terra

Rolls-Royce Ghost    Foto: Fernando Borges/Terra

Rolls-Royce Ghost    Foto: Fernando Borges/Terra

Rolls-Royce Ghost    Foto: Fernando Borges/Terra

Rolls-Royce Ghost    Foto: Fernando Borges/Terra

Rolls-Royce Ghost    Foto: Fernando Borges/Terra

Rolls-Royce Ghost    Foto: Fernando Borges/Terra

“TERRA”

10 de abr. de 2012

A1, A2 e A3 | Projeto de lei cria 3 categorias de habilitação para motos

 

Por Alessandro Temperini

 

O deputado Roberto de Lucena (PV-SP), enviou para a câmara um projeto de lei que cria 3 subcategorias para a habilitação de motociclistas: a A1, A2 e A3. É de conhecimento popular que hoje existe apenas uma categoria, a A. E habilitado nela, o motocilista pode pilotar motos de qualquer cilindrada.

Segundo o projeto (Lei 3240/12), os motociclistas habilitados para a subcategoria A1, podem pilotar motos até 150 cc, já os habilitados na A2, poderão pilotar motos até 400 cc. Agora, o motociclista que não quer ter nenhuma restrição quanto à cilindrada da moto, terá que se habilitar na A3.

Segundo o nobre deputado, o objetivo de sua proposta é aperfeiçoar o processo de habilitação de motociclistas e, consequentemente, reduzir os acidentes de trânsito, envolvendo motociletas e similares. Ele diz ser inadimissível um jovem de 18 anos, com 20 horas-aula de prática de direção fora de vias de tráfego normal, poder pilotar uma moto de alta cilindrada (o filho do Eike Batista tem 20 anos e dirige uma Mercedes Mclaren, mas tudo bem né? – inclusive, se fuçar um pouco na internet, encontro rebentos recém habilitados de políticos, pilotando carros com motores potentes).

Para tentar fazer com que o seu projeto seja aprovado, ele utiliza os já conhecidos dados de pesquisa que mostram o “custo” que os acidentados causam ao estado (2º ele, entre 2007 e 2010, R$ 180 milhões com 150 mil internações – a conta da Previdência com gastos de auxílio nesses casos chegou a R$ 8 bilhões).

A proposta, que tramita em caráter conclusivo será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; Constituição e Justiça; e a de Cidadania.

Para conhecer melhor o projeto, acesse esse endereço: camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=534916

Não quero criar polêmica e muito menos generalizar toda uma categoria, mas moro na capital de São Paulo e a grande parte dos acidentes que vejo, ou que tenho notícia, são dos onipresentes motoboys que pilotam, em sua grande maioria, motos de 125, 150 ou 250 cilindradas. Difícil ver uma superesportiva de 1.100 cilindradas, uma grande custom ou até mesmo uma Big Trail embaixo de um carro no caótico trânsito da minha cidade.

Gostaria de poder perguntar a um desses políticos, qual o tesão que eles sentem de querer sempre complicar a vida dos motociclistas. O PROBLEMA É SEMPRE O MOTOCICLISTA. Ora querem proibir garupa pois motociclista é bandido; ora querem aumentar o seguro obrigatório pois a saúde no Brasil é ruim, por que motociclista cai, se machuca e se transforma em um custo alto; ora querem emplacar nossas motos na frente para sermos multados com mais facilidade; ora temos que gravar em nossos capacetes e jaquetas, a numeração da placa da moto; e tudo sempre com as desculpas: “segurança do cidadão” e “custo que ele representa“….

….bom, já perceberam que devo parar por aqui para não ser malcriado com o nobre Deputado.

 

“Blog duas Rodas”

2 de abr. de 2012

RAM 2500 chega ao Brasil

Picape com motor 6.7 turbodiesel de 310 cv começa a ser vendida no país por R$ 149.900

Fabricada pelo Grupo Chrysler chega ao mercado com ar-condicionado automático

 

A RAM, empresa criada para abrigar as picapes fabricadas pelo Grupo Chrysler, lança no Brasil a RAM 2500 2012, primeiro modelo da marca vendida no país. O lançamento da empresa norte-americana é a única picape grande no mercado nacional e oferece motores 6.7 turbodiesel.
Sobre o design, a RAM 2500 2012 traz nova grade e capô mais elevado, além do acabamento cromado em várias áreas, como a grade frontal, para-choques e maçanetas. O interior é revestido em couro e é composto por detalhes fabricados em apliques amadeirados.
O modelo com tração 4x4 possui motor 6.7 turbodiesel Cummins de 310 cv e 84,6 mkgf de torque e é equipado com câmbio automático de seis velocidades. Sua potência máxima é obtida à 3.000 rpm, enquanto o torque de 84 mkgf surge à 1.500 giros, podendo rebocar mais de 5.500 kg quando equipada com o kit de engate e reboque específico para este tipo de carga. Em relação aos itens de segurança, a RAM 2500 2012 oferece conjunto de airbags formado por seis bolsas, abrangendo oito pontos de proteção. O modelo oferece também controle eletrônico de estabilidade (ESC) e freios ABS.
A picape fabricada pelo Grupo Chrysler chega ao mercado com ar-condicionado automático, sistema Uconnect Bluetooth e sistema de entretenimento, capaz de armazenar arquivos de áudio e vídeo sem a necessidade de utilização de memória externa.
A RAM 2500 Laramie, único modelo lançado pela RAM, chega aos estados da região Sul e São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais pelo preço de R$ 149.900. Nas regiões Norte, Nordeste e no Espírito Santo, a picape chega pelo preço de R$ 146.899. É preciso lembrar que para conduzir a RAM 2500 é preciso carteira de habilitação categoria "C". Veículos motorizados usados para transporte de carga, cujo peso bruto total seja superior a 3,5 toneladas exigem CNH categoria "C".

O interior é revestido em couro

Modelo com tração 4x4 possui motor 6.7 turbodiesel Cummins de 310 cv

RAM 2500 2012 traz nova grade e capô mais elevado, além do acabamento cromado em várias áreas

RAM 2500 2012 chega ao mercado nacional a partir de R$ 146.899

“4rodas”